PROCON diz para Netflix “Se dá pra usar no celular, não precisa ter residência”

PROCON diz para Netflix

Recentemente, o PROCON (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor) vem brigando com a poderosa Netflix. O motivo por trás dessa discussão foi o anúncio da empresa de streaming de que começaria a cobrar pelo compartilhamento de senhas entre os usuários.

Essa prática, que já se tornou comum e amplamente aceita, permitia que amigos e familiares compartilhassem suas contas, reduzindo os custos individuais de assinatura. Até que a Netflix resolveu que cobraria a mais por esse compartilhamento fora da casinha de cada indivíduo.

No entanto, o PROCON considerou essa mudança como uma violação dos direitos dos consumidores. Recentemente o órgão disse o seguinte:

“Se dá pra usar no celular, não precisa ter residência. O material publicitário da empresa inclusive traz frases como “assista onde quiser”, o que induz o consumidor ao erro”

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O Procon levantou uma questão pertinente em relação ao conceito de residência adotado pela Netflix, considerando a possibilidade de utilização do serviço em dispositivos móveis. O órgão destaca que a empresa não deixou claro como identificará o compartilhamento de senhas, uma vez que um único usuário pode acessar a plataforma por meio de celulares, televisões e computadores.

Essa falta de clareza na definição de residência levanta dúvidas sobre como a Netflix pretende distinguir o compartilhamento legítimo entre familiares e amigos do uso indevido por terceiros. Essa é uma preocupação válida levantada pelo órgão público, destacando a necessidade de uma abordagem mais precisa e transparente por parte da empresa em relação às suas políticas de compartilhamento de senhas.

“O material publicitário da empresa, que inclusive está disponível no seu site, traz frases como “assista onde quiser”, o que induz o consumidor ao erro”, conta Claudia Silvano, coordenadora do Procon-PR

Claudia Silvano, G1

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Créditos de imagem: Foto – Reprodução – Instagram.

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